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28 de novembro de 2013

PÓS MODERNIDADE

Charge sobre a pós modernidade
Vivemos em uma época considerada pós-moderna, mas afinal o que é pós modernidade? Segundo a enciclopédia Larousse Cultural é "um ponto de vista teórico que se opõe ou transcende o modernismo." p.4737.Mas será que existe essa tal PÓS - modernidade? afinal todas as época se consideram modernas demais em relação as passadas...


Segundo o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, um dos principais popularizadores do termo Pós-Modernidade vivemos em uma modernidade líquida, pois tudo muda muito rapidamente, onde nada é feito para ser sólido/durável. "Disso resultariam, entre outras questões, a obsessão pelo corpo ideal, o culto às celebridades, o endividamento geral, a paranóia com segurança e até a instabilidade dos relacionamentos amorosos. É um mundo de incertezas. E cada um por si." A REVISTA ISTOÉ divulgou em seu site em 2010 uma entrevista onde ele explica um pouco sobre sua tese. (para ver a tese: clique aqui )

Vídeo onde Bauman discute em relação a pós modernidade:

 
Mas para Gilles Lipovetsky a pós-modernidade simplesmente não existe, para ele vivemos uma modernidade potencializada, a "hipermodernidade". Em uma reportagem do blog Controvérsia será debatido um pouco mais sobre o assunto: clique aqui.

Outra fonte para esse assunto é um artigo de Welligton Fonte Menezes sobre a Modernidade, Incerteza e Risco. A ilusão da felicidade: autofagia, angústia e barbárie na sociedade de hiperconsumo. Onde ele debate características da pós modernidade como: Relacionamentos como commodities, Rumo ao hiperconsumo: do capitalismo “pesado” ao capitalismo “leve”, A desterritorização do espaço público: diluição da autoridade e a falácia da emancipação, A efêmera fluidez da sociedade movida pelo hiperconsumo, Identidade, felicidade e angústia. Recomendo! clique aqui. 



Conclui-se a pós modernidade não existe, pois todas as gerações se consideram mais avançadas que as anteriores e que apesar de vivermos em uma época onde tudo e todos estão conectados vivemos em uma eterna ansiedade do novo, onde nada mais nos satisfaz, as pessoas estão perderam sua identidade, e estão cada vez mais rodeadas de mais pessoas e gradativamente sozinhas, um século de deprimidos. Vivemos o futuro do pretérito.


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